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de 2017.   51ª Edição (Agosto/Setembro)  
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Carta do Editor

05.01.2011 - 13:43

Cobrança dura em água mole...

Editorial publicado na 29ª edição (Dez/Jan 2011) da revista ProCampo
Por Antonio de Pádua Motta
Editor revista ProCampo
apmotta@revistaprocampo.com.br

A cobrança pelo uso da água da Bacia do rio Doce (de âmbito federal), tema da capa desta edição, vem aí. Assim, os usuários capixabas, especialmente os irrigantes, dos rios Santa Maria do Doce, Guandu, Santa Joana, Pancas, São José e Barra Seca, devem botar as “barbas de molho”.

Cobrar pelo uso da água está previsto na Lei das Águas (Lei 9.433/97), que instituiu a Política Nacional dos Recursos hídricos. No Estado, a Lei 5.818/98 que trata dessa cobrança está pronta e aguarda regulamentação.

Aliás, cobrar pelo uso da água de todos os usuários é um caminho sem volta, a exemplo de outras bacias, tais como Paraíba do Sul, a PCJ formada pelos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí e do rio São Francisco, que já implementaram essa prática.

De acordo com Fábio Ahnert, diretor de Recursos Hídricos do Instituto Estadual do Meio Ambiente – Iema, “Aqui no Espírito Santo queremos aprofundar o debate com relação aos mecanismos e valores da cobrança. A decisão será em conjunto com os Comitês de Bacia”, informa Ahnert.

Embora a Lei das águas seja considerada um exemplo de gestão democrática (com compartilhamento de decisões e poderes através dos comitês de bacia), não deixa de ser mais um imposto, este com a expectativa de que sua renda será aplicada em investimentos na recuperação e preservação dos mananciais do também “velho” Doce.
Vamos ver!

Saiba mais desse assunto lendo os textos do agrônomo Murilo Pedroni, assessor técnico da Federação da Agricultura do Espírito Santo – Faes, e da assessora técnica do CBH – Doce,  Gilse Olinda Moreira Barbieri.

Por fim, boas notícias começam a chegar do mercado pecuário – uma conjunção de fatores fez com que o preço do boi em pé se elevasse para cerca de 30%, aliviando um pouco o sufoco da cadeia produtiva. A arroba que custava R$ 76,00 em novembro do ano passado, hoje custa R$ 100,00.

Por outro lado, o preço do leite caiu 15% e o seu custo operacional efetivo aumentou 7% de maio para outubro, conforme o programa Campo Futuro da CNA.

Fica o convite para uma acurada leitura desta edição de número 29 da ProCampo e feliz natal e próspero ano novo para todos.


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