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Carta do Editor

31.10.2011 - 09:58

Cafeína contra depressão

Editorial publicado na 34ª edição (Out/Nov 2011) da revista ProCampo
por Antonio de Pádua Motta
Editor revista ProCampo
apmotta@revistaprocampo.com.br


Em setembro, o governo brasileiro, através da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgou sua terceira estimativa para a safra brasileira de café 2011/12. E, como já se esperava, houve uma redução na projeção – trabalhava-se com o número de 43,5 milhões de sacas, agora o governo estima uma produção de 43,15 milhões – resultado 10,3% inferior às 48,0 milhões de sacas colhidas em 2010/11.

Aqui no Espírito Santo, conforme a Conab, a safra total de café – conilon e arábica – aumentou, e está estimada em 11,6 milhões de sacas, 14% maior que a temporada anterior, produção que coloca o Estado como segundo maior produtor brasileiro. O Estado de Minas Gerais é o maior produtor de café do país.
 
Quando se trata, entretanto, apenas do café conilon, o Espírito Santo ocupa o primeiro lugar com o equivalente a 72% da produção nacional, atingindo 8,35 milhões de sacas.
Nesse cenário, decidi eleger o título acima desta carta – Cafeína contra a depressão – em razão de um artigo do Diário da Saúde, publicado na Revista Cafeicultura também em setembro último.

Proveniente de um estudo denominado “Café, Cafeína, e o Risco de Depressão entre Mulheres”, publicado no periódico científico “Archives of Internal Medicine”, nada mais justo do que homenagear a cafeicultura brasileira, que movimenta bilhões de reais e é responsável pela geração de milhares de empregos”.

Fazendo alusão ao texto, registro que os médicos da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, concluíram que mulheres que tomam dois ou mais copos de café por dia têm menor risco de terem depressão. Este efeito não ocorre caso as mulheres tomem o café descafeinado (baixo teor de cafeína).

Os pesquisadores acompanharam 50.739 mulheres durante 10 anos. O consumo de café foi aferido no inicio e no fim do estudo e em duas medições intermediárias. Nesse período, 2.607 apresentaram quadros depressivos.
As participantes que tomaram de dois a três copos de café por dia tiveram um risco 15% menor de apresentarem depressão e em comparação com aquelas que tomaram um copo ou menos por semana.

Aquelas que tomaram quatro ou mais copos de café por dia tiveram um risco 20% menor. Por outro lado, os cientistas alertam que é muito cedo para recomendar que as mulheres devam aumentar seu consumo de café como preventivo para a depressão...
Mas, de qualquer forma, tendo em vista os resultados positivos alcançados, torçam os cafeicultores para que esses diagnósticos se confirmem!!

Em tempo: O eng. agrônomo Lélio Rodrigues (foto) formado em 15/12/1957 na Escola Superior de Agricultura da Universidade Rural do Estado de Minas Gerais, atual Universidade Federal de Viçosa – UFV, foi homenageado em 06 de outubro com o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal do Espírito Santo – UFES.
   
Dr. Lélio Rodrigues – todos hão de concordar – dispensa apresentação. Um dos mais prestigiados formuladores das principais políticas de desenvolvimento do Espírito Santo.


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