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23.02.2011 - 13:42

Cavalo Appaloosa

Para aqueles que cultuam o cavalo, o Appaloosa é, de fato, um belo animal.

“Filmes de faroeste e índios montados naqueles cavalos coloridos, marcaram minha infância”, diz Luécio Cunha Filho, o falante criador de cavalos Appaloosa, em São Mateus (ES). A afirmação é feita logo que começa a contar a história e sua paixão pelo animal.

Alguns relatos históricos atestam que o cavalo Appaloosa, também conhecido como cavalo pintado, foi introduzido na América pelos colonizadores europeus (espanhóis, principalmente) e corriam soltos pela bacia do rio Colúmbia e seus afluentes, onde foram capturados e domesticados pela tribo dos Nez Percé, que viviam no noroeste do atual estado de Oregon. Esta tribo era formada por índios guerreiros que habitavam o vale do rio Paluose, uma região dominada por colonizadores franceses.

Consta que os franceses se referiam a ele como “La Pallose” e sua denominação passou a ser Appaloose.

Entretanto, mais importante que saber se foi por mãos francesas e/ou espanholas é constatar que o cavalo Appaloosa é um animal muito bonito, de porte atlético, ágil, veloz, resistente, muito utilizado em corridas e na lida no campo.

Por sua pelagem, destacam-se em desfiles, exibições e passeios.

Sua introdução no Brasil deve-se ao criador Carlos Raul Consoni, na década de 70, em São Paulo.

Polivalente

“O fascínio pelo animal começou através de uma matéria sobre apartação de gado que assisti no Programa Globo Rural”, lembra Luécio, ou Luercinho, como é conhecido.

No seu haras, às margens da BR 101 Norte em São Mateus, ele conta que a criação iniciou com a aquisição de três garanhões procedentes de Ilhéus na Bahia. E foi assim, através desses garanhões, que a região até então dominada por outras raças, conheceu o Appaloosa.
Amante da equinocultura, Luécio dá indícios do porquê dessa escolha – o cavalo Appaloosa é muito dócil, inteligente, polivalente – muito utilizado em cavalgadas, vaquejada, turismo rural, provas de trabalho (apartação, laço de bezerro, tambor e baliza), somado ao simples prazer de cavalgar que ele oferece.

“Sempre gostei de cavalo. Está no DNA. Vem do meu avô Armando Cunha”, lembra.

Empolgado com o lado esportivo e romântico do cavalo, Luécio encerra esse bate-papo com os leitores da ProCampo contando uma história que aconteceu quando ele tinha 13 anos: O cavalo “Conhaque” era o melhor cavalo de corrida de São Mateus, imbatível na época, de propriedade de José Luiz Pinha, o Zé Lú. Atenção, caro leitor, a história é verdadeira: Ao montar, o animal saiu em alta velocidade e a queda foi inevitável. Conclusão: um mês sem sair de casa para cumprir o castigo pelo atrevimento!

Matéria publicada na 30ª edição (Fev/Mar 2011) da revista ProCampo
Por Antonio de Pádua Motta
Editor revista ProCampo
apmotta@revistaprocampo.com.br


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