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18.04.2011 - 11:21

Destinação correta

A casa de plástico construída em Tarumirim (MG) é um projeto piloto e uma alternativa sustentável

Segundo a Associação Brasileira da Indústria do PET - Abipet, as garrafas de PET são 100% recicláveis e o Brasil é um dos maiores recicladores do mundo.

A reciclagem é uma atividade industrial que gera emprego, além de trazer grandes benefícios para o meio ambiente. Apesar disso, as embalagens de PET ainda são enviadas de modo indevido para o lixo. Pior ainda: como a coleta de lixo é ausente e/ou insuficiente em muitas regiões, essas garrafas, acabam sendo jogadas em terrenos baldios ou lugares inadequados e levadas pelas chuvas até os rios, contaminando-os.

Com o propósito de chamar atenção para o problema da destinação errada de garrafas PET e apontar alternativas para o seu reaproveitamento, Rômulo Perentoni  Amorim, secretário municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Tarumirim (MG), cidade situada no Vale do Rio Doce, distante 290 km de Belo Horizonte, desenvolveu um projeto de construção de casas com o uso dessas embalagens. ''A ideia surgiu a partir de um seminário de lixo e cidadania, realizado em Tarumirim em fevereiro de 2010. Um dos palestrantes apresentou um modelo de uma casa construída no México, utilizando garrafas PET. Há também construção desse tipo de casa em Viçosa (MG)'', afirma. Segundo ele, uma casa de alvenaria comum possui custos estimados em cerca de R$ 450/m2. A casa construída numa área que pertence ao município-atualmente abriga a secretaria de Meio Ambiente-utilizou garrafas PET, e uma mistura de terra, areia e cimento, custou R$ 150/m2. ''Mas, é possível baratear ainda mais, basta utilizar também as garrafas para erguer as colunas. Utilizamos eucalipto tratado por razões de pressa'', explica Amorim.

Vantagens

O secretário enumera as principais vantagens desse tipo de construção:

- Bom isolamento térmico, durabilidade equivalente à casa de alvenaria tradicional, acabamento estético com muitas possibilidades, baixo custo de construção e reaproveitamento de material inorgânico de difícil decomposição.

“Gostaria de enfatizar que a construção da casa PET, assim como outras ações que empreendemos no município, faz parte de um projeto maior de educação ambiental denominado: “Não sou cidadão de plástico, meu município minha vida!”, esclarece.

Reportagem publicada na 31ª edição (Abr/Mai 2011) da revista ProCampo
por Antonio de Pádua Motta
Editor revista ProCampo
apmotta@revistaprocampo.com.br


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