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03.01.2013 - 15:00

Um justificado otimismo

Com aproximadamente 14 mil hectares de área plantada, a cultura da seringueira se consolida como uma atividade econômica importante no Espírito Santo

A produção capixaba de coágulos de borracha natural (cernambi virgem prensado – CVP) alcançou a marca de 11.500 toneladas, o equivalente a 7.000 toneladas de borracha seca (BS), no ano de 2012.*
Os mais novos talvez não saibam que a história do cultivo da seringueira no Estado começa a partir dos anos 80, com a inclusão do Espírito Santo no Programa de Incentivo à Produção de Borracha Natural, o PROBOR II e III da Superintendência da Borracha (Sudhevea), ligada ao Ministério de Indústria e Comércio, que tinha como principal atribuição consolidar a heveicultura no país e administrar o programa PROBOR.
Na época, o Estado atraiu a atenção da Sudhevea, ante a existência de um pequeno seringal implantado no município de Viana, na “Fazenda “Tira-Teima”, que até hoje está produzindo... não é mesmo João Mauricio Rodrigues?
Isso se deu em 1960, estando o seringal livre do “mal-das-folhas”, uma doença epidêmica causada pelo fungo Microcyclus ulei e que representa um perigo potencial para a produção de látex, devido a sua ação desfolhadora, apresentando uma boa produção econômica.
Hoje, a área de dispersão da seringueira abrange diversas regiões, desde o norte até o sul do Estado. Com aproximadamente 14 mil hectares cultivados (Galvêas, 2012) em 45 municípios, o Espírito Santo ocupa o 4º lugar no ranking de produção de borracha vegetal do país.

Comercialização

Consciente da importância do cooperativismo para melhorar aspectos relativos à comercialização, o setor produtivo se organizou em cooperativas, tendo no norte a Coopbores, localizada em Linhares e a Heveacoop, em Vila Velha, que, juntas, respondem por metade da produção comercializada.
No município de Sooretama, na região Rio Doce capixaba, a Michelin possui uma unidade de beneficiamento com capacidade de processar 1.800 toneladas de coágulo/mês, para produzir o Granulado Escuro Brasileiro – GEB, matéria prima para fabricação de pneumáticos.

* Informação pessoal dos compradores e das cooperativas. Agradecimento especial ao eng. agrônomo Pedro Inácio Wandekoken, diretor comercial da Heveacoop,  pela valiosa colaboração.

Reportagem publicada na 41ª edição (Dez/Jan 2013) da revista ProCampo
por Antonio de Pádua Motta
engenheiro agrônomo, produtor rural e editor da revista ProCampo
apmotta@revistaprocampo.com.br


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